sexta-feira, 29 de março de 2013

Meu enredo foi ...



É o final do mês de março, ainda não dei meu parecer sobre o meu carnaval de 2013.
Tentei duas ou mais vezes relatar os dias de folião nesta festa esfuziante. Porém foi puro desânimo meu. Confesso ter feito deste carnaval como outros anos. Um retiro cult. Fugi da regra um dia e bastou para ter ciência que minha folia pode ser realizada quando eu quiser (de preferência nos finais de semana).
Mais uma vez em busca do refúgio voluntário. Isolado na sala escura do cinema no intuito de ser um "cara" cult. Assisti uma boa parte dos filmes que foram indicados ao Oscar (de 2013); praticamente vi toda série “House of card”, diga-se de passagem, que é extraordinária; li o tablóide “O Globo” aproveitei para ficar mais integrado na política brasileira influenciado pela série “House of card” [cujo roteiro foca nos bastidores da política americana]. Uma coisa puxa a outra e assim inicia uma sensação. Caos de informações e indignação diante da historia que é a política dos homens.
Bem da verdade o que nos interessa é o relato da noite de folia.  Que graça tem saber da rotina de ir ao cinema e outras firulas do cotidiano.
Desejei algo peculiar. Sigo o guia do tablóide “O Globo” que apresentava as variadas opções para "pular" no carnaval. Como resido na zona oeste, destinei minha alegria para lá. Antes devo confessar que ouvi inúmeros comentários positivos sobre o local. Não hesitei. Portando um sorriso apático. Porém otimista e crédulo da diversão que só acontece se você mesmo admitir alegria que esta dentro de você. Intuindo isso cai no bloco carnavalesco que saia no instante que coloquei o pé na estreita rua tomada por barracas e ambulantes que vendiam o combustível (bebidas alcoólicas) necessário para evoluir na “avenida”. As pessoas no recinto tinham a procedência familiar. O ambiente harmonioso era convidativo a bailar. O bloco da “BALEIA” compunha de um grupo pequeno de ritmistas e foliões (vestindo a camisa do bloco). Segui o fluxo e a alegria daquelas pessoas simples na sua forma de divertir. Embalados pela percussão sem harmonia;  o coro desafinado e o combustível (bebida alcoólica) faziam o momento especial. Recriava em minhas lembranças os carnavais de tempos remotos. Crianças; adultos e idosos fantasiados encarnando outra pessoalidade deles próprios entregues ao acaso. Lá estou empolgado na frente dos ritmistas como um fiel passista que defende o brasão da escola de samba a suor sangue (exagero o sangue) e suingue. O samba contagiou-me de uma forma que flui durante uma hora sem parar. Exausto paro numa barraca típica, a fim de recompor e turbinar minha empolgação. Bebo um latão de cerveja; fumo um cigarro. Percorro a pequena distancia que sobra do bloco e a rua até ao final (uma rua sem saída). Vejo uma enorme tenda (próximo ao deck nas areias da praia) uma movimentação fora do comum. Desço até o local. Espreito. Aproximo-me ao ouvir os primeiros timbres que sai das caixas de som espalhadas pela enorme tenda.
Converto-me do tradicional esquindo lelê para o bate-estaca sem pestanejar. Horas depois sem camisa e desnorteado pela bebida alcoólica sento no deck. Observo a minha volta. Dou uma risada rara de felicidade. Decido ir embora quando reencontro um conhecido. A alvorada anunciava sua chegada e o cansaço nítido foi subitamente esquecido. Aliado ao conhecido o ritmo é tomado novamente pelo tamborim.
Alivio minha bexiga e aproveito para flertar inconscientemente do ato. Bebo mais um pouco. E o estágio de felicidade esta atrelada a condição alcoólica de libertinagem. Ao final tenho sorte de uma carona (de carro; o amigo do meu conhecido) que me deixaria próximo de casa. E durante este percurso que aflora outra historia. Nem adianta questionarem o que aconteceu. Num próximo post comento.
Em suma março foi um mês de ressaca moral. Porém o estímulo  e as aventuras sempre latejando. Ano que vem farei do período pagão (carnaval) diferente como os enredos das escolas de samba; índios, colonizadores (europeus), negros (escravos) e sensualidade.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O vento a chuva a aventura e a paixão segundo Sublime

O vento soprou na ponta da orelha. Um presságio. O olhar reteve-se na direção de um homem misterioso a primeira vista. Ambos estáticos; na esquina. Um balbucia – Quero-o. O outro pensa - A vítima.
Minutos depois os dois numa atração enigmática frente a frente. O enlace é firmado com a oferta do homem misterioso e a aceitação da proposta pelo outro. Sem entender muito bem o que era aquela situação; ambos pactuam do mesmo desejo. Frenético e atordoante. O clima condiciona ao longo da madrugada. Um conhecimento que um casal normal levaria anos e anos; para concretizar. Bastaram seis horas intensas. O homem misterioso agora não mais envolvido pelo manto de um segredo revela-se como O Profeta. Risos e a simpatia esta instaurada. Sublime define-se aquele que deseja O Profeta.
A razão é fato ignorado pelos seres atingidos pela química da paixão. O deus Eros intensifica a relação deles que é concretizada a cada tragada do cigarro que fumam compulsivamente. Tesão! Calo-frio e o suor sem odor que parte das mãos deles.
Nada impediria a realização daquele encontro inusitado. Dado o primeiro quando O Profeta na sua motocicleta convida Sublime para subir na garupa. A intenção é sair da esquina fugir daquele lugar comum. Sublime expressa frases de teor erótico que voam pelo vento. O vento bate nos olhos enquanto a motocicleta segue em alta velocidade pelo asfalto de teorizado entre a faixa amarela de sinalização. Estrelado, o céu, as nuvens passam vagarosamente no tempo propício de Sublime.
Primeira parada. O posto de gasolina, reabastecer o tanque de combustível da motocicleta e beber algumas cervejas. Aproveita da situação descontraída, Sublime sugere a O Profeta ir para casa dele. Sem pestanejar O Profeta aceita com sorriso malicioso.
Fornicam. Sela atração fadada horas antes. Daí em diante a situação eleva-se ao nível de compromisso. De um dia para outro, Sublime sublinhou a passagem da noite estrelada a corrente da brisa suave rumo a madrugada igualmente a manhã tempestuosa.
A chuva torrencial surpreende-os no caminho da casa do O Profeta. Agora não há mais o que ocultar; omitir. O Profeta diz – Hoje é meu aniversário quero você comigo... [ nada mais Sublime ouve, somente o início.] Surpreso Sublime sorri. Reflete – Conquistei-o. A chuva não mais os desagrada, a lama atirada pela tração dos pneus dos veículos é comum para eles.
Sublime no ensejo agarra firme na cintura do O Profeta. É seguro. Não correrá riscos maiores apoiado somente no ferro da lateral da motocicleta. Aconchega-se. Intui amenizar o frio que a chuva, passa com enormes pingos d água que caem no capacete. Sublime clama por um abrigo provisório. O Profeta segue com toda sua fúria. Tem urgência em chegar à casa da A Mártir (a mãe) e apresentar Sublime. - Um rapaz muito legal - por O Profeta. Sublime eterniza sua primeira aventura amorosa radical. E no ímpeto - Sou seu presente. Finda Sublime. O Profeta sorri com a malícia de seus quarenta e oitos feito.



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A CHANCE DE SER FELIZ OUTRA VEZ OU A ESPERA DE ALGUÉM


Ele não escuta o telefone celular tocar. Está concentrado no noticiário. A notícia é importante. Minutos depois verifica o aparelho celular a ligação perdida. Hábito que mantém para ter certeza das horas. Volta-se para o aparelho de televisão atencioso a imagem que ali passa.  Normalmente os noticiários resumem-se somente em duas edições matinal e noturno. A tragédia envolvia um número considerável de pessoas. Aturdido com a notícia cogita se a ligação (perdida) que não ouviu poderia estar conectada a tragédia.
Sentado com olhar distraído. O pensamento vagueia em algum momento da vida que esta fixa no subconsciente. Um sinal de nascença; daqueles que você por um lapso esqueceu-se de ter aquela marca no seu corpo, pois é orgânico ( faz parte) . A espera sentado no café-bar que possui características do tempo que já passou igualmente à lembrança que agora lateja.
A busca é lenta; pisca os olhos sente levemente os cílios tocarem da forma mais delicada possível. Abre os olhos e não vê o que esta a sua frente. Enxerga a lembrança; não visualiza o aqui e agora no tempo real das coisas que acontece. A imagem sobre exposta. Vê aproximar ao longe quem chega. O garçom prestativo pergunta o que ele deseja beber. Seco dispensa o serviço. Ainda sorri o jovem garçom quer manter seus serviços à disposição. Prontamente a atender o desejo do cliente afasta-se da mesa. O garçom volta-se constantemente o olhar.
Conduz o olhar ao pulso que tem o antigo relógio dado por alguém especial. O ponteiro de segundos gira conforme sua ansiedade. E o outro ponteiro evidencia a espera. Uma hora é tempo suficiente para recordar e decidir não mais esperar. Ergue-se convicto do que é certo. Porém mais uma vez seus olhos piscam e faz com que a decisão seja adiada por instantes. A fim de dar uma chance a si próprio concedendo ao outro a oportunidade de ressalvas.

* Talvez aconteça no próximo post.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Do último metrô a primeira estação.

U m inseto que surge na luz sem noção do mal que aquilo pode lhe causar. Pelo calor que irradia. Minha memória volta (num flash) ao cemitério Montmartre (em Paris) [famoso por ali estar sepultado NIJINSKY e FRANÇOIS TRUFFAUT]. No túmulo do estimado cineasta FRANÇOIS TRUFFAUT. O qual dediquei o bilhete do metrô; que havia tomado para aquele destino. Nem sei o que bem estava fazendo. Na verdade um amigo [meu namorado, na época] me levara até o cemitério com um passeio turístico. Coisa bizarra de fazer como elemento de uma viagem de conhecimento. Enfim; lá estava eu [ como um jovem deslumbrado que sou] ajoelhado e emocionado.
Deixando um bilhete de metrô; dedicando ao falecido cineasta (FRANÇOIS TRUFFAUT) que um dia não muito distante iria realizar um longa metragem ou na eventual possibilidade um curta metragem.
Seguindo a tradição dos demais fãs que também fizera o mesmo; deixando um bilhete de metrô. Porém isso tudo vem de uma homenagem ao último filme realizado por ele (FRANÇOIS TRUFFAUT). Chama se : " O último metrô".
Fato que  naquele  momento ainda não tinha assistido o filme. Alguns anos depois assisti. Para minha grata alegria; adorei o filme.
Obvio que jamais esquecerei tal cena; ato e fato. Pode não parecer tão importante ou ser algo banal para os outros. Para mim é tão forte que alguns dias passados;enquanto aguardava meu amigo na estação de metrô ( BOTAFOGO) no Rio de Janeiro. As imagens de um novo filme surgia na minha criativa mente. O título provisório  seria " Do último metrô a primeira estação.
O roteiro é bem original (nem tanto) e sem querer me gabar. Lógico é uma história de amor. Sem levantar bandeira social política; tem um envolvimento homossexual.

* Esboço do roteiro:
"Do último metrô a primeira estação."
Ele sai do vaguão o outro lhe espera na plataforma. 
Os olhos dele resplandece algo luminoso a ponto de afuscar o sorriso do outro. Os dois se abraçam.


Trecho de MEMÓRIAS*VIAGENS.

O AZULEJO



Desde a mudança definitiva de Mada (Maria Madalena) para casa que um dia eu vivi. O lar doce lar de minha oprimida infância e conturbada adolescência tem sido variavelmente meu pouso tranqüilo.
Onde revisito meu passado encaro o presente e não me atenho ao futuro.
Mada esta empenhada na reconstrução da casa. A cada visita que faço algo dentro da casa muda. O piso antigo fora substituído por algo mais moderno e límpido. As portas dos quartos foram trocadas e suas posições redimensionadas. O banheiro foi totalmente modificado. E restam poucas coisas do passado, na casa.
Eu me pergunto o porquê dessa observação? Respondo enfático o passado esta se esvaindo e o futuro começa nitidamente. Porém ao ver o azulejo da cozinha. A cozinha da qual vi a primeira reforma depois de muitos anos. Sou atingido por um raio de nostalgia.
Por alguns minutos encontro me estático admirando o simples azulejo e reflito sobre minha vida até o presente momento. Peço ao pedreiro (Senhor Gilberto) quando ele for retirar (quebrar) aquele azulejo e substituir pelo novo para guardar um azulejo (intacto) talvez seja a capa de um dos meus livros. E sem uma relação afetiva com exatidão. Co- relacionado ao mestre artista plástico Sélaron, morto no dia 10 de janeiro de 2013. Por uma das suas obras mais conhecida e famosa. As escadarias da Lapa (Rio de janeiro) coberta por diversos azulejos.
Faço minha singela homenagem. Uma figura que eu pouco tinha intimidade. Porém sua obra artística era para mim parte da família. A numerosa e diferente parentada freqüentadora do espaço. Vivi episódios curiosos e excitantes. E todas as vezes que via Sélaron. A empátia era imediata. Meu cumprimento estava impregnado de uma admiração homérica e reverência ao mestre. Seja onde for. Desejo o repouso dos justos ao Sélaron (dos azulejos) Como os meus familiares repousam agora.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Poema do CANTAGALO

CANTO O GALO

CANTAGALO

SOBE NO PEQUENO ELEVADOR

SOBE NO PLANO INCLINADO

GENTE CRIANÇA ADULTO

GRÁVIDA FERIDO MORIMBUNDO





TEM GENTE QUE FALA DE QUALQUER JEITO

GENTE QUE NEM FALA ENTRA E SAI SENTANDO

E O CONDUTOR. SERÁ QUE É MAQUINISTA OU ASCENSORISTA?

MAS ASSIM SEGUE ESSA GENTE PELAS VIELAS E RUELAS

DO GALO ÁGUA DESCE PELO RALO ATE CAIR NA PISTA

AS MENINAS DO GALO ENCONTRAM OS MENINOS DO PAVÃO

AS MENINAS DO PAVÃO ENCONTRÃO OS MENINOS DO GALO



LIXO!QUE ISSO?

TUDO LÁ ESTA ADEQUADA A SUA MANEIRA

NA MANEIRA DAQUELA GENTE

ESSA GENTE É MINHA GENTE

SUA GENTE NOSSA GENTE

GENTE DE CORAGEM QUE AGE

LABUTA LUTA PUTA URRA

ENQUANTO DIA RAIA

ALGUNS VÃO PARA PRAIA

AQUI NO PAVÃO

E O GALO CANTANDO

PAGODE ROLANDO

FORRÓ TOCANDO

TEM GENTE QUE GOSTA

DO FUNK





GALO CANTOU

MAIS UMA VEZ

O ELEVADOR SOBE

DO PLANO INCLINADO

SE VÊ MAR PREDIO GENTE

CLIMA AR POLUIÇÃO

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Serei feliz de novo me deixa sonhar outra vez.


Cometi o erro de querer extravasar e achar que por um descuido poderia estar salvo de continuar neste pleno astral. (a morte). Na crença do fim do mundo relacionado ao calendário Maia ou pelo instinto falho. Atrai o perigo constantemente. Vivendo situações de risco para adrenalina atingir seu ponto máximo. Liberar endorfina e depois disto tudo padecer. Sim. Uma loucura que incita sempre quando estou me sentindo muito sozinho. O ócio domina meus pensamentos convergem ao estado lastimável de degradação e aniquilamento. Niilismo-existencial. Preciso morrer e nascer de novo como ave fênix [uma metáfora.] para sentir a vida pulsar. Será?  A rotina assola minhas esperanças. Lanço-me ao isolamento. Questiono a cada momento a loucura que é permanecer vivo no meio deste caos. Ou será mais um acesso de loucura (a pertinente crise existencial) que permeiam minhas neuroses. Não suporto mais a solidão. São dois anos, aos trancos e barrancos, que venho neste furacão de sentimentos e momentos solitários. Irei à busca de algo positivo, de verdade. Estou animado. Tento aspirar otimismo. Evitar a recaída ao descontrole emocional e voltar ingerir alguma droga licita (o valium, o rivotril e citalopran....) na esperança de que irá amenizar os problemas que preciso enfrentar. Finjo estar feliz e tudo bem. Demonstro a todos uma estabilidade emocional inverossímil... E tem mais; o discurso que propago de otimismo para outras pessoas em relação aos casos de desânimos. Não vale para mim. Choro sem lágrimas. Quero respirar... Sumir. Mais uma fuga. Para onde ir? Pergunto a mim mesmo se terei cura. Ou se preciso de um tratamento de “choque”. Ser prático covarde e cometer suicídio. - Fora de questão.  Quero viver mais alguns anos. Realizar projetos. Viajar mais para outros países [ Mongólia, Equador, Marrocos, Egito, Madagascar, Tailândia...]  . E casar novamente. Desta vez sem cometer os deslizes anteriores. Não farei promessa disto também. Pode cair por terra tal promessa.

Serei feliz de novo me deixa sonhar outra vez...”

A sensação que tenho que todas as vezes que volto nesta situação e um regresso ao abismo de sempre. Recuo em passos lentos. Mantenho certa proximidade diante do abismo.
Já não enalteço mais o sofrimento. Talvez? [Admito certa adulação ao sofrimento, já comentei sobre o estado de tristeza elevar minha criação literária] Almejo meios mais positivos para sobreviver esta inquietude.
Imparcial pretendo parar com essa vibração negativa da vida amorosa. Libertar-me-ei do rancor. Afinal de contas o rompimento da minha relação (quase) estável foi tranqüila. Digamos que mais ou menos. Terríveis verdades foram ditas. O afastamento de ambos. Porém da minha parte sempre mantive o respeito e admiração. E porque não assumir o amor maduro e fraternal.
Aos poucos volto a respirar aliviado não totalmente.  Pensar em sucumbir? Nada disso é para mim.

Adotei de uma vez por toda OTIMISMO. Alçarei forças para manter esta vibração. Nos dias em que sentir a tentação do mal, evitarei o possível.
Este desabafo não é uma confissão de arrependimento. Assumo meu erro, jamais farei a personagem de injustiçado. Sou humano e a probabilidade de erros é inevitável por um longo período da vida. Analiso meus erros para não praticá-los novamente. E por ventura o lapso ocorrer ficar atento para não findar em lastimas.  
É o sinal dos novos tempos. O clima depressivo do blog esta expurgado [Até ultima ordem]. Dois mil e treze é o ano da vitória, do amor e da alegria. Enfim meu ciclo de sofrimento com a idade de Jesus Cristo esta sendo encerrada. Por comentar este fato (idade de Jesus Cristo ) o próximo post dedicarei o tema.

FELIZ 2013!