quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Serei feliz de novo me deixa sonhar outra vez.


Cometi o erro de querer extravasar e achar que por um descuido poderia estar salvo de continuar neste pleno astral. (a morte). Na crença do fim do mundo relacionado ao calendário Maia ou pelo instinto falho. Atrai o perigo constantemente. Vivendo situações de risco para adrenalina atingir seu ponto máximo. Liberar endorfina e depois disto tudo padecer. Sim. Uma loucura que incita sempre quando estou me sentindo muito sozinho. O ócio domina meus pensamentos convergem ao estado lastimável de degradação e aniquilamento. Niilismo-existencial. Preciso morrer e nascer de novo como ave fênix [uma metáfora.] para sentir a vida pulsar. Será?  A rotina assola minhas esperanças. Lanço-me ao isolamento. Questiono a cada momento a loucura que é permanecer vivo no meio deste caos. Ou será mais um acesso de loucura (a pertinente crise existencial) que permeiam minhas neuroses. Não suporto mais a solidão. São dois anos, aos trancos e barrancos, que venho neste furacão de sentimentos e momentos solitários. Irei à busca de algo positivo, de verdade. Estou animado. Tento aspirar otimismo. Evitar a recaída ao descontrole emocional e voltar ingerir alguma droga licita (o valium, o rivotril e citalopran....) na esperança de que irá amenizar os problemas que preciso enfrentar. Finjo estar feliz e tudo bem. Demonstro a todos uma estabilidade emocional inverossímil... E tem mais; o discurso que propago de otimismo para outras pessoas em relação aos casos de desânimos. Não vale para mim. Choro sem lágrimas. Quero respirar... Sumir. Mais uma fuga. Para onde ir? Pergunto a mim mesmo se terei cura. Ou se preciso de um tratamento de “choque”. Ser prático covarde e cometer suicídio. - Fora de questão.  Quero viver mais alguns anos. Realizar projetos. Viajar mais para outros países [ Mongólia, Equador, Marrocos, Egito, Madagascar, Tailândia...]  . E casar novamente. Desta vez sem cometer os deslizes anteriores. Não farei promessa disto também. Pode cair por terra tal promessa.

Serei feliz de novo me deixa sonhar outra vez...”

A sensação que tenho que todas as vezes que volto nesta situação e um regresso ao abismo de sempre. Recuo em passos lentos. Mantenho certa proximidade diante do abismo.
Já não enalteço mais o sofrimento. Talvez? [Admito certa adulação ao sofrimento, já comentei sobre o estado de tristeza elevar minha criação literária] Almejo meios mais positivos para sobreviver esta inquietude.
Imparcial pretendo parar com essa vibração negativa da vida amorosa. Libertar-me-ei do rancor. Afinal de contas o rompimento da minha relação (quase) estável foi tranqüila. Digamos que mais ou menos. Terríveis verdades foram ditas. O afastamento de ambos. Porém da minha parte sempre mantive o respeito e admiração. E porque não assumir o amor maduro e fraternal.
Aos poucos volto a respirar aliviado não totalmente.  Pensar em sucumbir? Nada disso é para mim.

Adotei de uma vez por toda OTIMISMO. Alçarei forças para manter esta vibração. Nos dias em que sentir a tentação do mal, evitarei o possível.
Este desabafo não é uma confissão de arrependimento. Assumo meu erro, jamais farei a personagem de injustiçado. Sou humano e a probabilidade de erros é inevitável por um longo período da vida. Analiso meus erros para não praticá-los novamente. E por ventura o lapso ocorrer ficar atento para não findar em lastimas.  
É o sinal dos novos tempos. O clima depressivo do blog esta expurgado [Até ultima ordem]. Dois mil e treze é o ano da vitória, do amor e da alegria. Enfim meu ciclo de sofrimento com a idade de Jesus Cristo esta sendo encerrada. Por comentar este fato (idade de Jesus Cristo ) o próximo post dedicarei o tema.

FELIZ 2013!

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