Cometi o erro de querer extravasar e achar
que por um descuido poderia estar salvo de continuar neste pleno astral. (a
morte). Na crença do fim do mundo relacionado ao calendário Maia ou pelo
instinto falho. Atrai o perigo constantemente. Vivendo situações de risco para
adrenalina atingir seu ponto máximo. Liberar endorfina e depois disto tudo padecer.
Sim. Uma loucura que incita sempre quando estou me sentindo muito sozinho. O ócio
domina meus pensamentos convergem ao estado lastimável de degradação e
aniquilamento. Niilismo-existencial. Preciso morrer e nascer de novo como ave fênix
[uma metáfora.] para sentir a vida pulsar. Será? A rotina assola minhas esperanças. Lanço-me
ao isolamento. Questiono a cada momento a loucura que é permanecer vivo no meio
deste caos. Ou será mais um acesso de loucura (a pertinente crise existencial)
que permeiam minhas neuroses. Não suporto mais a solidão. São dois anos, aos
trancos e barrancos, que venho neste furacão de sentimentos e momentos solitários.
Irei à busca de algo positivo, de verdade. Estou animado. Tento aspirar otimismo.
Evitar a recaída ao descontrole emocional e voltar ingerir alguma droga licita
(o valium, o rivotril e citalopran....) na esperança de que irá amenizar os
problemas que preciso enfrentar. Finjo estar feliz e tudo bem. Demonstro a
todos uma estabilidade emocional inverossímil... E tem mais; o discurso que
propago de otimismo para outras pessoas em relação aos casos de desânimos. Não
vale para mim. Choro sem lágrimas. Quero respirar... Sumir. Mais uma fuga. Para
onde ir? Pergunto a mim mesmo se terei cura. Ou se preciso de um tratamento de “choque”.
Ser prático covarde e cometer suicídio. - Fora de questão. Quero viver mais alguns anos. Realizar
projetos. Viajar mais para outros países [ Mongólia, Equador, Marrocos, Egito,
Madagascar, Tailândia...] . E casar
novamente. Desta vez sem cometer os deslizes anteriores. Não farei promessa
disto também. Pode cair por terra tal promessa.
“Serei feliz de novo
me deixa sonhar outra vez...”
A sensação que
tenho que todas as vezes que volto nesta situação e um regresso ao abismo de
sempre. Recuo em passos lentos. Mantenho certa proximidade diante do abismo.
Já não enalteço
mais o sofrimento. Talvez? [Admito certa adulação ao sofrimento, já comentei
sobre o estado de tristeza elevar minha criação literária] Almejo meios mais
positivos para sobreviver esta inquietude.
Imparcial
pretendo parar com essa vibração negativa da vida amorosa. Libertar-me-ei do
rancor. Afinal de contas o rompimento da minha relação (quase) estável foi
tranqüila. Digamos que mais ou menos. Terríveis verdades foram ditas. O
afastamento de ambos. Porém da minha parte sempre mantive o respeito e admiração.
E porque não assumir o amor maduro e fraternal.
Aos poucos
volto a respirar aliviado não totalmente.
Pensar em sucumbir? Nada disso é para mim.
Adotei de uma
vez por toda OTIMISMO. Alçarei forças para manter esta vibração. Nos dias em
que sentir a tentação do mal, evitarei o possível.
Este desabafo não é uma confissão de arrependimento. Assumo meu
erro, jamais farei a personagem de injustiçado. Sou humano e a probabilidade de
erros é inevitável por um longo período da vida. Analiso meus erros para não praticá-los
novamente. E por ventura o lapso ocorrer ficar atento para não findar em
lastimas.
É o sinal dos novos tempos. O
clima depressivo do blog esta expurgado [Até ultima ordem]. Dois mil e treze é
o ano da vitória, do amor e da alegria. Enfim meu ciclo de sofrimento com a
idade de Jesus Cristo esta sendo encerrada. Por comentar este fato (idade de Jesus Cristo ) o próximo post
dedicarei o tema.
FELIZ 2013!


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