sábado, 11 de setembro de 2010

Ou.

Afinal de contas. - Nem é bom escrever contas. Lembro a minha precária renda financeira. Justamente disso que venho  relatar; (despejar) minha insatisfação pessoal. Completamente não. Um pouco talvez.

Para sobreviver é preciso aprender domesticar 
e adbicar dos seus sonhos [objetivos]
por um prazo indefinido. 

Não é de todo mal o meu atual trampo [encaro desta forma. Para os mais antiquados o entendimento da palavra trampo pode ser também biscate. Sei o quanto é desprezível gírias num texto literário porém faz parte do homem de hoje.] Digo isto pois é passageiro esta situação. - Sim ;serei otimista. No ponto de vista (meu) não irei perdurar tanto nesta profissao de (atendente) ou garçom. Gosto não nego. Mas vislumbro outra atividade profissional. Tenho consciência do potêncial que tenho.
Sem chorumelas; planos perfeitos. Darei segmento ao curso natural da vida. Adotando legitimamente o refrão da canção do nobre artista popular ZECA PAGODINHO [ foi ele que compôs ou outro partideiro? não sei.] "Deixa a vida me levar/ vida leva eu/sou feliz e agradeço..."
Aeroporto de Hong Kon.
Bem. De todo jeito esboço alguns percursos, como qualquer jovem que anseia ser bem sucedido. Outra pergunta que pertuba é - O que é ser bem sucedido? Na atual conjutura  feroz da vida capitalista que nos cerca. Ser bem sucedido é ter dinheiro; dinheiro; bens materiais e mais bens materiais. Será? Deixo a questão no ar. Bem sucedido; o que é afinal?Serei feliz sendo o que a vida me reserva Ou lutarei pela realização dos meus sonhos? O dilema persisti Ou. A vida é Ou.




Nenhum comentário:

Postar um comentário