domingo, 14 de agosto de 2016

“EU ESTOU AQUI O QUE HÁ...”



Não adianta negar, o que esta predestinado deve-se cumprir e a vida nos revela caminhos ( verdades) que muitas vezes queremos ocultar... Evitamos por medo. Medo é uma palavra que não deveria existir. Já que existe o medo e sendo assim o melhor a realizar é execrar. 



AS CANÇÕES SÃO COMO TRILHAS SONORAS AS MINHAS PREFERIDAS CANTO PARA ME ZELAR CONFORTAR E ALEGRAR A SOLIDÃO QUE ME ACOMPANHA.

Firme. É importante ressaltar o tempo do T.V.P (tratamento de valorização pessoal). Um mês e duas semanas; algumas horas... A diferença esta no brilho dos meus olhos na intensidade de prosseguir e em que sinto. Mantenho as metas e planejo outras coisas mais. A melancolia paira no ambiente... A brisa corre quase imperceptível, o silêncio é cúmplice. São esses momentos de alívio de encontro comigo mesmo. A reflexão instala-se de forma amena. Lembranças são reativadas; o canto do pássaro me remete a infância. O sábia e o Melro; os dois pássaros pertenciam a família. O canto dos pássaros funde a esta sensação nostálgica. Suave de sentir. A companhia agradável do CARLINHOS; e a consciência que a minha vida tem outra melodia. Como a melodia dos pássaros.




12-04-215


... Chorei. Um choro de felicidade. Percebi que não estava sozinho, como pensei. A presença de outros colegas que buscam um pouco de ar. A transparência situação da nossa vulnerabilidade e a busca pela tal cura... Ou qualquer orientação de conforto. Não quis ir. Permaneci para um domingo diferente... Ansioso pelo ócio. Logo aderi o ócio como parte do processo. O cuidado com CARLINHOS. O encantamento por ELIANE; o reencontro com os demais; a longa espera para o desabafo. Emocionado... Regresso a igreja Batista (próxima ao CAPS) o intuito é oculto. Sento e aqui estou. Sim, vim fortalecer minha fé, a crença e a presença de DEUS na minha vida.




 Saudades de um tempo que não faz muito tempo mas que já passou e ainda tenho cicatrizes... Como suportar? Trabalhando, criando e planejando. Que a bílis - negra não ocupe minha mente tão acelerada, que o rivotríl deixe de ser um aliado e a coragem de antes volte a ser como... O que mesmo? Sim... Ou melhor, não. Esse antes eu não quero mais. Mais é algo que consome muito. Ter consciência dos erros tem me tornado mais (outra vez ) forte para resisti uma queda profunda e total. Sem voltas. O suspiro de alivio que por engano é uma expressão de sufocado a cada instante vem a tona... Eu nem sei, mas parece que ao meu redor o infinito é finito e tenho sido invadido por quem eu quis que invadisse e nada poderia ser tão desagradável.



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