Que MERDA! Ao exclamar assim refiro -me a condição que um ser humano ( eu, para ser mais honesto ou qualquer um que sinta -se na mesma situação) depois de cinco ou mais copos de cachaça.
Sua mente começa a criar um descontrole emocional e gera em você atitudes, irreconhecíveis. Mas diante dos fatos e de como sua perspectiva em relação a noite de boêmia, você acaba aceitando aquela situação e embarca na loucura.
Aí libera geral e acha tudo muito natural. Fala sem parar ou balbucia algumas coisas sem nexo. Quando chega nesse estágio, usarei outra expressão apropriada com a situação: - FUDEU!
Daí três alternativas; alguém lhe dá um chega pra lá, pois os impulsos são tão desagradáveis (incomoda tanto) que um passo infalso leva a bestialidade do ser torna-se agressivo, sem noção, o outro aceita sua condição com uma certa pena e lamenta em determinadas posturas e a derradeira você torna-se um ser lascivo... sejamos sinceros: - PUTO (A)!
A culpa não é dá bebida. Vá lá, mesmo com todas essas teorias de estudiosos sobre o álcool e sua capacidade de assumir os fatos, é você mesmo o FILHO-DA-PUTA, covarde que não assume como és. Coloca culpa na bebida: - Ingrata!
Continuarei bebendo se meu fígado resistir e tentarei segurar mais a onda de revelar quem realmente sou ou penso que sou.
Embarcando naquela celebre frase "sei que nada sei" eu digo dá seguinte forma: - Sou que nada sou.
-Por favor me dá um rabo-de-galo ... desce uma tequila também ... ah! aquela cervejinha estúpidamente gelada.
Sua mente começa a criar um descontrole emocional e gera em você atitudes, irreconhecíveis. Mas diante dos fatos e de como sua perspectiva em relação a noite de boêmia, você acaba aceitando aquela situação e embarca na loucura.
Aí libera geral e acha tudo muito natural. Fala sem parar ou balbucia algumas coisas sem nexo. Quando chega nesse estágio, usarei outra expressão apropriada com a situação: - FUDEU!
Daí três alternativas; alguém lhe dá um chega pra lá, pois os impulsos são tão desagradáveis (incomoda tanto) que um passo infalso leva a bestialidade do ser torna-se agressivo, sem noção, o outro aceita sua condição com uma certa pena e lamenta em determinadas posturas e a derradeira você torna-se um ser lascivo... sejamos sinceros: - PUTO (A)!
A culpa não é dá bebida. Vá lá, mesmo com todas essas teorias de estudiosos sobre o álcool e sua capacidade de assumir os fatos, é você mesmo o FILHO-DA-PUTA, covarde que não assume como és. Coloca culpa na bebida: - Ingrata!
Continuarei bebendo se meu fígado resistir e tentarei segurar mais a onda de revelar quem realmente sou ou penso que sou.
Embarcando naquela celebre frase "sei que nada sei" eu digo dá seguinte forma: - Sou que nada sou.
-Por favor me dá um rabo-de-galo ... desce uma tequila também ... ah! aquela cervejinha estúpidamente gelada.
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