segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Paris um sonho de cidade!


Desculpas, pela demora fiquei alguns dias com preguiça de escrever e nos outros dias estava tão ocupado que nem lembrava da existência do blog. Agora que posso relatar um pouquinho irei direto ao assunto, não tenho tempo assim para ususfruir da internet.
Do inìcio senão não tem graça, bem ... estou de férias em Paris na cidade que transborda novidades ( exposições e mais museos interessantissìmos) e turistas ( o que tem de japonês nessa cidade parece que o Japão tà todo aqui) e um arquitetura fascinante.
A cidade è cinematogràfica! cada esquina, bar ou estação de metrô tenho a sensação de estar num filme. Um sonho de cidade! Não è 1° vez que venho mais tambèm sou residente.Posso confessar que è meu sonho e desejo.
O mundo todo parece estar aqui. Vejo e ouço vàrias pessoas de nacionalidades diferentes encantado com a cidade. E para os desavisados e sonhadores como eu Paris tem mendigo sim, nas estações de metrô estam cheios deles recolhendo -se do frio que faz. Puta frio, parece que as pessoas absorvem esse estado e todos parecem assim meio ... dentro de uma redoma de vidro.
Conhecida como capital da moda e para os mais estudiosos considerada um cidade luz ( O iluminismo uma época bem criativa para os artìsta do mundo inteiro, dai vem a luz, ok?!) ainda transmite isso. As tendências são; retrô para os jovens um estilo rap anos 80, aos mais tradicionais que não mudam muita coisa sò adiciona um acessòrio ou outro como cinto ou sapato, os homens definitivamente assume a sacola e usa as mais diversas. As moças são ousadas e minimalistas (tudo muio curto mesmo no frio, elas abusam das cores da meia-calça) por enquanto è isso.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Poesia ... a vida em metáforas

Caso alguém pergunte por mim
diga que morri, fui... para o além.
Hoje e ontem, enterrei -me.
Sepultei meus olhos, doei os meus ouvidos
Execrei o coração dolorido
exterminei por inteiro, eu mesmo.

Vago, caminho à procura da luz
sigo porém... existe um vazio
crise de existir ... falta de Jean - Paul Satre, filosofia...
discussão concreta e abstrata.

O amparo paterno o desamparo paterno
Meu pai... meu, desamparo minha dor
esse amor é dor.Essa dor me ampara, esse amor afasta.

Passado não vi
Presente vivi
Futuro morri

Por mim hoje sepultei-me por inteiro
pará

sábado, 8 de dezembro de 2007

Eu bebo sim ...

Que MERDA! Ao exclamar assim refiro -me a condição que um ser humano ( eu, para ser mais honesto ou qualquer um que sinta -se na mesma situação) depois de cinco ou mais copos de cachaça.
Sua mente começa a criar um descontrole emocional e gera em você atitudes, irreconhecíveis. Mas diante dos fatos e de como sua perspectiva em relação a noite de boêmia, você acaba aceitando aquela situação e embarca na loucura.
Aí libera geral e acha tudo muito natural. Fala sem parar ou balbucia algumas coisas sem nexo. Quando chega nesse estágio, usarei outra expressão apropriada com a situação: - FUDEU!
Daí três alternativas; alguém lhe dá um chega pra lá, pois os impulsos são tão desagradáveis (incomoda tanto) que um passo infalso leva a bestialidade do ser torna-se agressivo, sem noção, o outro aceita sua condição com uma certa pena e lamenta em determinadas posturas e a derradeira você torna-se um ser lascivo... sejamos sinceros: - PUTO (A)!
A culpa não é dá bebida. Vá lá, mesmo com todas essas teorias de estudiosos sobre o álcool e sua capacidade de assumir os fatos, é você mesmo o FILHO-DA-PUTA, covarde que não assume como és. Coloca culpa na bebida: - Ingrata!
Continuarei bebendo se meu fígado resistir e tentarei segurar mais a onda de revelar quem realmente sou ou penso que sou.
Embarcando naquela celebre frase "sei que nada sei" eu digo dá seguinte forma: - Sou que nada sou.
-Por favor me dá um rabo-de-galo ... desce uma tequila também ... ah! aquela cervejinha estúpidamente gelada.