segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Página 2...

Estático diante do teclado sem saber o quê digitar. -Abordar qual tema? Fazendo uma cobrança típica de um escritor que deve algo aos seus leitores. - Delírio? - Sim. Crendo nas palavras como libertação e afirmação da minha existência.[ - Já li isso em algum lugar ou será outro escritor que mencionou. Qual? Ou ?] Enfim. Volto ao blog depois de meses. Somente um post no ano de dois mil e onze. Perdi total interesse de escrever sobre mim. - O ego foi abolido?- De jeito nenhum.
O umbigo não irá mais inflar. Despejar aquilo que sufoca ou simplesmente vir aqui e postar; deixar algo para que fique na lembrança. Um livro onde cada capítulo tem o mesmo sentido (triste; lamentação ou amargura) ou mais uma historia qualquer. Visto em milhares ou centenas livros de auto-ajuda. Com textos memoráveis sem muito valor literário, na verdade porém ajuda um(a) deprimido a sentir-se melhor e ver que não é só ele que esta na merda sentimental. 

Era um blog assim. - Ou continuará sendo? -Não. Mas se continuar não quero mais voltar no mesmo tema chato-depressivo-repetitivo. -Cansei. -Ufa!
Legal, já desabafou. Chorou. Fez a terapia virtual coletiva. - Acabou! Ponto final. O blog vai passar por ajustes literários. Mudança radical. Afinal de contas minha vida esta mais uma vez em (furacão sentimental) uma mudança radical. Irei vira `a página mais uma vez. Outra vez estou me separando da mesma pessoa de quando iniciei este blog, em dois mil e sete. Quanto tempo passou e eu estou na mesma situação. É hora de mudar. Motivo tá aí. Era valiumvidaego. Agora ValeVida e estou disposto mudar o título novamente. -Isso já é um bom sinal.(sorriso maroto).

Minha mãe biológica sempre me dizia isso. "-SEJA FELIZ"... "OU PELO MENOS TENTE". Para fazer outro ser humano feliz eu tenho que estar pelo menos de bem comigo. Egoísta? É. Prefiro ter este rotúlo do que bancar uma coisa irreal. Aparências falsas imposta por uma sociedade fálida de conceitos.[ Trecho do post de 13 de janeiro de 2009 /Meu amigo; meu caminho; minha vida e agora?]
 

Estou indo ( para outra cidade) com a coragem e um pouco de medo também (tenho que confessar) . Se vai dar certo ou não só saberei tentando. Nada me prende onde estou. Quero fazer isso, nem que seja por um mês. Preciso provar a mim mesmo que posso ser feliz em qualquer lugar. Basta eu querer. Os ciclos vicíosos... As mesmas pessoas que não fazem nenhuma diferença a mais na sua vida, porém você tem péssimo habito de frequentar. Aquela hipocrisia de sempre. Não vamos alimentar mais esse assunto. Essas desculpas competem a mim.

Confesso, estar magoado carregando um sentimento destrutivo um gosto rançoso. Sei que mudará assim que me libertar. Não quero carregar esse sentimento ruim comigo. Faz mal para saúde. Não combina comigo. - Chega! Carrego alguns traumas de criança que ainda não estam dissolvidos. Desses traumas quero um dia respirar aliviado e dizer : - É o fim! ou melhor acabou!

Temos todas as ferramentas para sermos felizes... Porém nós mesmo derrubamos nos todas as nossas espectativas antes mesmo de concretiza-las. A derrota nos conforta. É comodo adotarmos a fragilidade e  pensar na culpa [ o pecado; cristão apostólico romano]. Afinal fomos educado para tal situação. Marginal não seria bem nossa posição. Somos o que somos e fazemos isso. [Trecho do post 30 de abril de 2010 /Um diálago franco.]